Pesquisa de Satisfação de beneficiários 2024 (ano base 2023)

9 de abril de 2024

PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS 2024 (ano base 2023)



Seguindo as diretrizes estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), foi realizada entre os meses de janeiro e março/2024 a Pesquisa de Satisfação dos Beneficiários da APAS Bauru 2024, ano-base 2023.


A pesquisa tem o objetivo de avaliar a satisfação dos beneficiários APAS com relação à qualidade dos serviços oferecidos nos últimos 12 meses, e concluiu que 93,33% dos beneficiários entrevistados estão satisfeitos com os serviços oferecidos pela Operadora.     

 

Além de servir como parâmetro para o desenvolvimento de melhorias contínuas nos serviços prestados e no aprimoramento do atendimento ao beneficiário, os resultados de referida pesquisa contribuem também, para a composição o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar – IDSS, divulgado anualmente pela ANS.

Acesse através dos links abaixo o relatório final e o parecer da Auditoria da Pesquisa de Satisfação dos Beneficiários, ano base 2023. 


por Apas Bauru 09/04/2024


PARECER DO AUDITOR INDEPENDENTE

Pesquisa de Satisfação dos beneficiários 

1 de abril de 2025
Cuidando do Coração: Prevenção e Saúde Cardiovascular
26 de março de 2025
A medicina integrativa, é uma visão moderna e complementar à medicina tradicional. Destina-se a prevenção e tratamento de patologias, de forma integrada e orientada a tratar o paciente em seu todo. Possui uma visão mais holística do ser humano, considerando os aspectos do estilo de vida, e suas várias dimensões, em equilíbrio entre as emoções, mente, corpo físico e o ambiente que nos rodeia, dando maior ênfase à saúde de forma global do indivíduo, do que somente a doença. Esse novo conceito, surgiu nos Estados Unidos nos anos 80, se espalhando pelo mundo, ganhando o status de especialidade em boa parte da Europa e América do Norte. Hoje, a Medicina Integrativa “Integrative Medicine” está presente em mais de 60 (sessenta) centros universitários acadêmicos americanos como: Harvard, Arizona, Massachusetts, Mayo Clinic, Cleveland Clinic, Califórnia, entre outras. Numa pesquisa rápida na PubMED, com a expressão “integrative medicine” aparecendo no título dos artigos, surgem 855 resultados, ou seja, 855 artigos científicos indexados, com a expressão “integrative medicine” no título. Quando se pesquisa “integrative medicine” em todos os campos de artigo científico, aparecem 27.796 artigos. As patologias mais prevalentes da atualidade, são as doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, depressão, asma, artrite, etc. Sabe-se hoje, que mais de 50% dos adultos apresentam pelo menos uma dessas doenças. O aumento da mortalidade, ou a diminuição da sua expectativa de vida, tem relação direta com elas. Os fatores de risco que levam a essas doenças, necessitam de acompanhamento multidisciplinar, através por profissionais médicos e não médicos, cuja abordagem seja centrada no paciente. A medicina integrativa, tem como aliado, o encaminhamento, quando indicado, para profissionais de outras áreas de saúde, que visam o mesmo bem comum do paciente em questão. Seja através de uma nutricionista, terapeuta holístico, acupunturista, fisioterapeuta, quiropraxista, psicoterapeuta, coaching em saúde e mudança do estilo de vida, educador físico, profissional de Yoga, etc... E por fim, o tempo adicional que o médico usa nas consultas de medicina integrativa é um elemento crucial para a satisfação positiva relacionada à atenção centrada e ao tratamento do paciente. Como já foi corroborado em inúmeros artigos publicados, a satisfação do paciente está altamente correlacionada com a duração da consulta médica. Dr. Victor Lamônica Otorrinolaringologista CRMSP n° 139.442
20 de março de 2025
Há anos as pesquisas cientificas divulgam estudos que acompanham a evolução das crianças, no entanto, a maioria destes estudos baseiam-se em desenvolvimento de casos patológicos. Entretanto, conhecer o desenvolvimento normativo faz-se necessário afim de acompanhar a trajetória evolutiva desenvolvimental das crianças. Para um pleno desenvolvimento, é necessário que haja complexas interações entre os fatores biológicos, psicossociais e ambientais (SAMRA et al., 2011), quando estes três fatores não estão em sincronia a evolução da criança fica comprometida. A mesma coisa acontece no período intrauterino, uma vez que o processo evolutivo do sistema nervoso central (SNC) infantil apresenta um dinamismo evolutivo muito intenso e o desenvolvimento de determinada função depende do amadurecimento de seu substrato neural anatômico correspondente. Tal amadurecimento decorre fundamentalmente de eventos aditivos/progressivos e substrativos/regressivos (LAMÔNICA, RIBEIRO; 2021). Após o nascimento, com a neuroplasticidade neuronal funcionando a todo vapor, precisamos estimular o desenvolvimento das crianças de uma forma global, pois dois primeiros anos de vida são os mais importantes de sua vida. Você sabe como estimular? Você sabe o que é esperado com relação ao desenvolvimento? Caso você não sabia, o texto abaixo irá lhe ajudar a compreender melhor essas questões. - 1 mês: A criança já se relaciona com o mundo, por meio da observação de vultos, reação aos barulhos e emissão de sons. Quanto a parte motora, na postura sentada a cabeça ainda é muito instável, podendo cair para trás e para frente; de barriga para baixo, fica com os joelhos dobrado, bumbum levantado e a cabeça para um dos lados; de barriga para cima, pernas e braços dobrados e as mãozinhas fechadas. COMO ESTIMULAR : Acaricie seu bebê, pois o desenvolvimento no sentido do tato é muito importante; deite-se e coloque seu bebê de bruços em cima da sua barriga – chame a atenção dele conversando, fazendo sons e caretas. - 2 meses: A criança já faz ruídos e sons com a boca e, desta forma, a linguagem vai se desenvolvendo; quando colocada de barriga para baixo, consegue apoiar o antebraço e levantar um pouco a cabeça; e quando colocada de barriga para cima, as perninhas e os braços já não estão dobrados como antes. COMO ESTIMULAR: Coloque o bebê de barriga para baixo e observe se ele vira o pescoço, faça carinho nas costas, pois isto estimula o fortalecimento dos músculos do tronco e ajudará no equilíbrio cervical; toque o bebê – acaricie, beije, faça cócegas, fale, cante e sorria para ele em todos os momentos; aproveite as atividade de vida diária (banho e troca de fralda) para estimulá-lo. - 3 meses: A criança consegue manter o equilíbrio cervical, mas o tronco ainda é instável; de barriga para cima, as perninhas estão esticadas e o bebê une as mãos; balbucia, explora e emite novos sons (responde ao adulto com uma linguagem própria); Se interessa por observar as características do rosto das pessoas. COMO ESTIMULAR: Pendure no berço, no carrinho ou no bebê conforto, objetos coloridos e que façam sons; tenha sempre um brinquedo por perto da criança; sempre que possível, troque o ambiente que a criança está – assim ela poderá conhecer novos lugares. - 4 meses: A criança já consegue fazer bolhas com a sua saliva; surgem os primeiras gargalhadas; quando colocada de deitada de barriga para cima, vira para baixo acidentalmente; seus braços e pernas ficam mais “molinhos“ e a cabeça e o tronco mais “durinhos”; começa a exploração dos brinquedos, por isso deixe-o pegá-los e explorá-los com suas mãos e boca. COMO ESTIMULAR: Ajude no treino de rolar – todas as vezes que for trocar o bebê, vire-o para os dois lados; deixe-o em ambientes que ele possa movimentar-se; coloque vários brinquedos de diferentes cores, formas e texturas próximos a ele, de maneira que ele consiga alcançá-los. - 5 meses: Quando puxado para sentar, sustenta a cabeça e ajuda a sentar; manifesta alegria, aborrecimentos ou frustrações por meio de sons; já consegue pegar brinquedos voluntariamente; leva tudo na boca; seu campo visual fica mais amplo. COMO ESTIMULAR: Posicione ele sentado com apoio – isso facilita que ele possa visualizar todos os ambientes, desta forma ele recebe vários estímulos; coloque-o bastante no chão – para que ele possa realizar o treino de mudar de posição (de barriga para baixo e barriga para cima); cante música. - 6 e 7 meses: A criança já fala com seus brinquedos e presta atenção se alguém chama pelo nome; emite sons contínuos como “aaaa” e vocaliza sílabas: mama e papa; de barriga para baixo, consegue apoiar-se e brincar com objetos; pega objetos com as duas mãos; já consegue mudar de posição – vira-se de barriga para baixo para barriga para cima; senta-se sem apoio, mas tende a cair para os lados. COMO ESTIMULAR: Brinque de “cadê o bebê”?; continue deixando o bebê explorar o chão – ainda não é hora de andar; deixe-o brincar sentado no chão – supervisione o tempo todo; ofereça brinquedos de diferentes tamanho e texturas; brinque na frente no espelho. - 8 e 9 meses: A criança consegue passar da posição deitada para sentada sozinha; inicia o rastejar; fica na posição de quatro apoio “gato” balançando para frente e para trás, podendo engatinhar; é bastante ativo, sendo difícil mantê-lo parado na hora de trocar a fralda; tem início a alimentação sólida; aumenta a produção de sons – repete sílabas e tenta imitar sons. COMO ESTIMULAR: Continue colcoando-a no chão – e coloque brinquedos um pouco mais distante, para que ele queira pegar e assim engatinhar até ele; fale sempre corretamente, nomeando os objetos apontados pela criança; cante e leia historinhas curtas; mostre e comente com ela sobre figuras de um livrinho; é importante que a criança tenha um convívio social com adultos e outras crianças; na brincadeira com outras crianças ele ainda não compartilhará brinquedos – incentive. - 10 e 11 meses: A criança pode ficar em pé apoiando em móveis; dá passinhos quando segurado pelos braços; senta de lado; domina o engatinhar e as posições sentada e em pé; está é a fase da imitação – o bebê imita tudo o que vê, os gestos e ações de quem interage com ele (dá tchau, bate palmas); o bebê também cria uma fala própria, conversando sozinho; brinca de tirar e colocar objetos numa caixa; conhece o significado da palavra “não”. COMO ESTIMULAR: Cante, leia livros e brinque com a criança de imitar sons de animais (o cachorro faz auau, a vaca faz muu, a galinha faz cocoricó, ...); nesta fase a criança compreende muito mais do que consegue falar; ensine a criança a ter limite – como ela já compreende o significado da palavra “não”, explique para ela o que ela não pode fazer ou tocar. - 12 meses: A criança já levanta-se sem usar as mãos; fica de joelhos e está pronto para andar sozinho; abaixa-se, da posição em pé, para pegar objetos chão; compreende e produz cerca de seis palavras – seu vocabulário só crescerá nos meses seguintes; compreende ordens simples (dá e pega). COMO ESTIMULAR: Estimule o bebê a dar alguns passos em curtas distâncias (ir ao encontro da mamãe e papai); supervisione o treino de marcha, soltando as mãos – fique sempre em alerta, caso o bebê perca o equilíbrio; converse e cante com o seu bebê – comece a ensinar as partes do corpo; faça perguntas simples com poucas palavras ( você quer água?). - 13 a 18 meses: Nesta etapa a linguagem está relacionada com o pensamento – neste período a linguagem vai tomando forma; incorpora no seu vocabulário as palavras que ouve; obedece ordens simples, como dar ou pegar um objeto, reconhece partes do corpo apontando e nomeando-as; as crianças já andam e conseguem subir e descer do sofá; é importante estabelecer limites e regras, supervisionando sempre em todos os momentos para evitar acidentes; já consegue comer e beber sozinha, portanto, ainda que suje e faça bagunça é importante deixá-la treinar. COMO ESTIMULAR: Brinque de empilhar blocos ou peças grandes; participe sempre da brincadeira, mostrando como fazer – desta forma ela estará treinando a coordenação das mãos e a percepção visual; fale sempre corretamente, e quando a criança falar errado, repita a palavra correta sem constrange-la, ajudando-a a pronunciar da maneira correta. Observação: Conteúdo extraído do Manual inicial do Projeto Prevenção APAE Bauru e Manual de Estimulação do Bebê Vovó Biquinha. Texto Elaborado pela equipe do Setor de Estimulação Infantil – CER III – APAE Bauru.
11 de março de 2025
O que é dor? Para entendermos um pouco sobre a dor crônica, vamos entender um conceito importante que é o que seria a dor, ou seja, sua definição. De acordo com a Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED), “Dor é uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos.” E por que sentimos dor? A dor serve para nos protegermos, ou seja, é um mecanismo de defesa do nosso organismo. Aquela sensação desagradável serve como um alerta, para o nosso corpo de que algo está errado. Mas em um desequilíbrio do nosso organismo, esta dor pode ser interpretada de maneira incorreta e persistir em nossa vida sem que realmente haja um problema ali. É como se fosse um defeito no nosso corpo. O que é a dor crônica? É aquela dor que persiste por mais de 3 meses (em algumas literaturas 6 meses). Ela pode ser nociceptiva (lesão de tecido), neuropática (lesão de algum nervo) ou não ser relacionada a algo específico. Por que a dor crônica atrapalha nossa vida? Uma dor persistente irá gerar diversos outros problemas como ansiedade, alterações no sono, depressão, baixa produtividade, alterações no humor, problemas no convívio social e até medo de movimento (cinesiofobia). Quando entramos neste ciclo de doenças, é mais difícil ainda de sairmos. Muitas vezes até nos esquecemos do que originou aquele ciclo e nem sabemos de onde surgiu estímulo para provocar tantos problemas. Como tratamos a dor? Para tratarmos a dor crônica, precisamos agir em tudo o que afeta este ciclo de problemas que citamos no tópico anterior e com isso tentar aumentar o nosso limiar da dor (quanto menor o limiar, mais a pessoa é sensível a estímulos e). Uma pessoa com baixo limiar, pode sentir dor pelo simples fato de a tocarem. Podemos perceber que este tipo de tratamento é personalizado e vai muito além de medicamentos, tais como: - Exercício físico: estudos mostram que atividades físicas podem ser dolorosas nas primeiras 3 semanas, mas após, há melhora significativa. - Melhora na qualidade do sono: higiene do sono e exposição ao sol (desde que de maneira controlada) ajudam a melhorar nosso ciclo circadiano, ciclo que regula quando devemos estar mais despertos e dispostos e quando devemos ter sono e dormir. - Convívio social: socializar gera sentimentos de prazer e tira o foco da dor do nosso cérebro, o que pode contribuir para amenizar o problema. Porém, muitos medicamentos devem e podem ser utilizados para auxiliar neste processo, principalmente quando a dor é causada por um dano tecidual. Medicamentos como a Pregabalina, a Gabapentina e a Duloxetina podem contribuir aumentando nosso limiar da dor, o que pode levar à melhora, diminuindo a excitabilidade daqueles neurônios que tendem a aumentar o nosso estímulo doloroso ao transmiti-lo para nosso cérebro. Tratamentos novos Alguns tratamentos ainda não são padronizados, porém já possuem estudos que demonstram sua eficáciaa e podem ser uma opção em pacientes que não melhoraram com os padronizados. O uso de óleo de canabidiol é um destes tratamentos. Uma metanálise de J. Aviram de 2017 sugere que os canabinoides podem ser eficazes para tratamento de dor crônica, principalmente para pacientes com dor do tipo neuropática. Dr. Breno Roberto Meira Médico ortopedista e traumatologista CRM 202352
27 de fevereiro de 2025
O que é? A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Sintomas A dengue clássica se inicia de maneira súbita e pode ocorrer febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas ou manchas vermelhas no corpo. A febre dura cerca de cinco dias com melhora progressiva dos sintomas em 10 dias. Raramente há complicações. O tratamento Não existe tratamento específico para dengue, apenas tratamentos que aliviam os sintomas. Deve-se ingerir muito líquidos como água, sucos, chás, soros caseiros, etc. Os sintomas podem ser tratados com dipirona ou paracetamol. Não devem ser usados medicamentos a base de ácido acetil salicílico e anti-inflamatório como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias. Como evitar? Mantenha a caixa d’água fechada com tampa adequada; Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas; Não deixe a água da chuva acumulada sobre a laje; Lave semanalmente por dentro com escovas e sabão os tanques utilizados para armazenar água; Mantenha bem tampados tonéis e barris d’água; Encha de areia até a borda os pratinhos dos vasos e planta; Se você tiver vasos de plantas aquáticas, troque a água e lave o vaso principalmente por dentro com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana; Guarde garrafas sempre de cabeça para baixo; Entregue seus pneus velhos ao serviço de limpeza urbana ou guarde-os sem água em local coberto e abrigos da chuva; e; Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada. Não jogue lixo em terrenos baldios. Todos contra a dengue! O mosquito que mata não pode nascer.
18 de fevereiro de 2025
O que é saúde mental do idoso? De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental é um estado de bem-estar emocional no qual o indivíduo consegue desenvolver suas competências, atingir os seus objetivos e gerenciar o estresse e emoções negativas. O que se entende por saúde mental na terceira idade? Com o crescimento da população mundial, estamos enfrentando um cenário de envelhecimento demográfico. O progresso na área da medicina tem aumentado a expectativa de vida dos indivíduos, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que a proporção de idosos no planeta poderá dobrar até 2050. É fundamental adotar certos cuidados para manter a saúde das pessoas mais velhas, especialmente no que diz respeito à saúde mental. A ocorrência de transtornos mentais ou neurológicos pode ultrapassar 20% entre aqueles com mais de 60 anos, e essa estimativa tende a aumentar com a idade. Como a saúde do Idoso pode ser afetada e quais os impactos: Da mesma forma que em todas as etapas da vida, a terceira idade apresenta seus próprios desafios, os quais podem ser vencidos por meio do fortalecimento da resiliência e da presença de apoio de entes queridos, bem como da assistência psicoterapêutica quando preciso. Entre os problemas que mais afetam os idosos atualmente estão, por exemplo: Solidão: A solidão é um dos maiores desafios enfrentados na terceira idade, podendo causar tristeza, angustia, sentimento de abandono por parte da família. Os transtornos mentais são muito comuns em pessoas que se sentem solitárias e podem causar ataques de pânico, ansiedade e depressão, entre outros. Insônia: Os idosos tendem a dormir menos e a ter sono leve, causando letargia e sonolência durante o dia. Portanto, as razões pelas quais os problemas de sono aumentam com a idade são diferentes, desde problemas de saúde mental até distúrbios hormonais. Alterações de Humor: Alguns sintomas importantes de alterações de humor que desviam do envelhecimento saudável e sinalizam a presença de patologias serão: recusa em sair de casa; uma visão negativa do mundo; falta de interesse em atividades pessoais; forte preocupação com pequenas coisas; dificuldade em gerenciar problemas complexos do cotidiano; a sensação de que nada tem solução e que é um fardo para a família. Principais transtornos mentais em idosos: Depressão: A depressão é caracterizada pela perda de interesse pela vida, o que foi interessante ou causou alegria não importa mais. A apatia domina o indivíduo, e vem acompanhada de tristeza constante, desanimo, irritabilidade, angustia entre outros. Ansiedade: Os sintomas do transtorno de ansiedade são físicos e psicológicos, com preocupação excessiva com o futuro, falta de concentração, cansaço, tensão muscular pensamentos negativos, medo irracional, entre outros. Síndrome do pânico: A síndrome do pânico, também conhecida como transtorno do pânico, é uma condição na qual o indivíduo é constantemente atormentado pelo pânico. O medo irracional de certos eventos pode causar ataques de pânico, em casa ou em público. No entanto, os ataques também podem acontecer sem motivo. Demência: Segundo o DSM V, demência é um declínio lento e progressivo na função mental e ocorre principalmente em pessoas com mais de 65 anos. A demência é responsável por mais de 50% das internações de idosos em lares geriátricos. Os sintomas incluem perda de memória, desorientação, dificuldade para falar e realizar atividades do cotidiano, alterações de personalidade e comportamento inadequado. É comum que as pessoas confundam demência com depressão quando os idosos estão em estágios iniciais, pois a depressão também causa dificuldade de atenção, irritabilidade, oscilação de humor e pensamento e alterações comportamentais leves. Como é feito um diagnóstico? A avaliação dos transtornos mentais e/ou neurológicos depende do caso clínico específico e da condição em questão. Normalmente, os indivíduos são submetidos a uma análise por um profissional especializado (como geriatra, neurologista ou psiquiatra) que, considerando o estado clínico, o histórico familiar, os estilos de vida e o exame físico, emite uma possível hipótese diagnóstica. Como cuidar da saúde mental do idoso? Envelhecer com qualidade de vida e mente sã é possível. Cultivar hábitos de vida saudáveis, como alimentação adequada, atividade física regular e boas noites de sono, contribuem positivamente para a manutenção da saúde mental. Dicas para envelhecimento saudável: • Convívio social com amigos e familiares; • Praticar hobbies apropriados para a idade como jardinagem ou atividade física leve, boa alimentação; • Fazer passeios em lugares bonitos; • Fazer palavras cruzadas e atividades cognitivas; • Atividades para elevar a autoestima; • Leitura; Ressalta-se que não há limite de idade para realizar a psicoterapia. Idosos que suspeitem de problemas de saúde mental ou que queiram aprofundar o autoconhecimento, já que não há limite de idade para isso, podem fazer psicoterapia quando quiserem. Texto: Fernanda Tarcila Dragueti Cordeiro CRP: 06/153986. Formação: Especialista em Saúde Mental e atenção Psicossocial. Atua há 6 anos como Psicóloga clínica, utiliza a abordagem Teoria Cognitiva Comportamental (TCC).
14 de fevereiro de 2025
Índice de Desempenho das Operadoras 2024 (Ano-base- 2023) A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS divulgou os resultados do Índice de Desempenho em Saúde Suplementar – IDSS das operadoras 2024 (ano base 2023). O programa avalia as operadoras em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação. O IDSS 2024 (ano-base 2023) da APAS Bauru foi 0,9026 As notas por indicador: 1 - IDQS - QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE = 1,0000 2- IDGA - GARANTIA DE ACESSO = 0,7080 3 - IDSM - SUSTENTABILIDADE NO MERCADO = 1,000 4 - IDGR - GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO = 0,9017 Para saber mais acesse: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans Índice de Desempenho das Operadoras 2023 (Ano-base- 2022) A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS divulgou os resultados do Índice de Desempenho em Saúde Suplementar – IDSS das operadoras 2023 (ano base 2022). O programa avalia as operadoras em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação. O IDSS 2023 (ano-base 2022) da APAS Bauru foi 0,7592 As notas por indicador: 1 - IDQS - QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE = 0,8519 2- IDGA - GARANTIA DE ACESSO = 0,3675 3 - IDSM - SUSTENTABILIDADE NO MERCADO = 1,0000 4 - IDGR - GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO = 0,9342 Para saber mais acesse: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans Índice de Desempenho das Operadoras 2022 (Ano-base- 2021) A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS divulgou os resultados do Índice de Desempenho em Saúde Suplementar – IDSS das operadoras 2022 (ano base 2021). O programa avalia as operadoras em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação. O IDSS 2022 (ano-base 2021) da APAS Bauru foi 0,758 As notas por indicador: 1 - IDQS - QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE = 0,7975 2- IDGA - GARANTIA DE ACESSO = 0,4254 3 - IDSM - SUSTENTABILIDADE NO MERCADO = 1,0000 4 - IDGR - GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO = 0,9114 Para saber mais acesse: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans Índice de Desempenho das Operadoras 2021 (Ano-base- 2020) A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS divulgou os resultados do Índice de Desempenho em Saúde Suplementar – IDSS das operadoras 2021 (ano base 2020). O programa avalia as operadoras em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação. O IDSS 2021 (ano-base 2020) da APAS Bauru foi 0,8393 As notas por indicador: 1 - IDQS - QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE = 0,8440 2- IDGA - GARANTIA DE ACESSO = 0,6622 3 - IDSM - SUSTENTABILIDADE NO MERCADO = 0,9875 4 - IDGR - GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO = 0,9121 Para saber mais acesse: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans Índice de Desempenho das Operadoras 2020 (Ano-base- 2019) A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS divulgou os resultados do Índice de Desempenho em Saúde Suplementar – IDSS das operadoras 2020 (ano base 2019). O programa avalia as operadoras em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação. O IDSS 2020 (ano-base 2019) da APAS Bauru foi 0,8526 As notas por indicador: 1 - IDQS - QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE = 0,8468 2- IDGA - GARANTIA DE ACESSO = 0,6620 3 - IDSM - SUSTENTABILIDADE NO MERCADO = 1,0000 4 - IDGR - GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO = 1,0000 Para saber mais acesse: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans Índice de Desempenho das Operadoras 2019 (Ano-base- 2018) A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS divulgou os resultados do Índice de Desempenho em Saúde Suplementar – IDSS das operadoras 2019 (ano base 2018). O programa avalia as operadoras em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação. O IDSS 2019 (ano-base 2018) da APAS Bauru foi 0,8365 As notas por indicador: 1 - IDQS - QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE = 0,8090 2- IDGA - GARANTIA DE ACESSO = 0,6589 3 - IDSM - SUSTENTABILIDADE NO MERCADO = 1,0000 4 - IDGR - GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO = 0,9617 Para saber mais acesse: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/qualificacao-ans
11 de fevereiro de 2025
A doença de Alzheimer é o tipo de demência mais comum e também é um termo geral usado para descrever as condições que ocorrem quando o cérebro não mais consegue funcionar corretamente. O Alzheimer causa problemas na memória, pensamento e comportamento. Nos estágios iniciais, os sintomas de demência podem ser mínimos, mas pioram conforme a doença causa mais danos ao cérebro. A taxa de progresso da doença é variável conforme a pessoa. Apesar de não haver atualmente tratamentos que impeçam o progresso da doença de Alzheimer, há medicamentos para tratar os sintomas de demência. Perda de memória e outros sintomas de Alzheimer Problemas com a memória, dificuldade principalmente em lembrar informações recentemente aprendidas, são normalmente os primeiros sintomas da doença de Alzheimer, significativos o suficiente para interferir com a vida diária das pessoas. Esses sintomas não são naturais do envelhecimento. Além da perda de memória, os sintomas de Alzheimer incluem: • Problemas para completar tarefas que antes eram fáceis; • Dificuldades para a resolução de problemas; • Mudanças no humor ou personalidade; • Afastamento de amigos e familiares; • Problemas com a comunicação, tanto escrita como falada; • Confusão sobre locais, pessoas e eventos; • Alterações visuais, como problemas para entender imagens. Familiares e amigos podem notar os sintomas de Alzheimer e de outras demências progressivas antes da pessoa que está passando por essas mudanças. Se você, ou alguém que você conhece, está sentindo os possíveis sintomas de demência, é importante buscar uma avaliação médica para encontrar a causa desses sintomas. Fatores de risco de Alzheimer Apesar de ainda não compreendermos todos os motivos de por que algumas pessoas desenvolverem a doença de Alzheimer e outras não, as pesquisas nos proporcionaram um melhor entendimento de quais fatores as expõem a um maior risco. • Idade. O avanço da idade é o maior fator de risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer. A maioria das pessoas diagnosticadas tem 65 anos de idade ou mais. Apesar de menos comum, estima-se que até 5% das pessoas portadoras de Alzheimer tiveram a doença prematuramente. • Membros da família com Alzheimer. Se os seus pais ou irmãos desenvolverem Alzheimer, você tem uma maior probabilidade de também desenvolver a doença do que alguém que não tenha um parente de primeiro grau portador de Alzheimer. • Genética. Os pesquisadores identificaram diversas variações genéticas que aumentam as chances do desenvolvimento da doença de Alzheimer. Estima-se que o gene mais comum associado ao Alzheimer influencia até 25% dos casos. • Deficiência Cognitiva Leve (DCL). Portar DCL, principalmente DCL que envolva problemas de memória, aumenta o risco de desenvolvimento de Alzheimer e outras demências. Entretanto, a DCL nem sempre é progressiva. Em alguns casos ela pode ser reversível ou se manter estável. • Doença cardiovascular. As pesquisas sugerem que a saúde do cérebro está fortemente relacionada com a saúde do coração e dos vasos sanguíneos. O cérebro obtém do sangue o oxigênio e nutrientes necessários para o seu funcionamento normal, e o coração é o responsável por bombear sangue para o cérebro. Portanto, fatores que causam doenças cardiovasculares também podem estar relacionados com um maior risco de desenvolvimento de Alzheimer e outras demências, incluindo fumar, obesidade, diabetes, alto colesterol e alta pressão sanguínea na meia-idade. • Educação. Alguns cientistas acreditam que mais anos de educação formal podem ajudar a aumentar as conexões entre os neurônios, permitindo ao cérebro o uso de rotas alternativas de comunicação entre os neurônios ao ocorrerem mudanças relacionadas com o Alzheimer e outras demências. • Traumatismo craniano. O risco da doença de Alzheimer e outras demências aumenta após um traumatismo craniano moderado ou grave, como uma pancada na cabeça ou ferimento no crânio que cause amnésia ou perda de consciência por mais de 30 minutos. Cinquenta por cento dos traumatismos cranianos são causados por acidentes automobilísticos. Diagnóstico de Alzheimer Não existe um simples exame que indique se a pessoa é portadora de Alzheimer. O diagnóstico requer uma ampla avaliação médica, a qual pode incluir: • Histórico médico da sua família; • Exame neurológico; • Testes cognitivos para avaliar a memória e o pensamento; • Exame de sangue (para descartar quaisquer outras possíveis causas dos sintomas); • Imagiologia cerebral. Receber um diagnóstico preciso durante a fase inicial da doença é importante, pois permite: • Uma maior probabilidade de se beneficiar dos tratamentos disponíveis, os quais podem melhorar a qualidade de vida; • A oportunidade de receber serviços de ajuda; • Uma oportunidade de participar de testes e estudos clínicos; • Uma oportunidade de expressar desejos pessoais em relação aos cuidados e vida futura; • Colocar planos legais e financeiros em ordem. Tratamento e suporte para Alzheimer Embora atualmente não existam tratamentos disponíveis para impedir ou diminuir o ritmo dos danos cerebrais causados pela doença de Alzheimer, diversos medicamentos podem ajudar a melhorar temporariamente os sintomas de demência em algumas pessoas, além de impedir a morte das células cerebrais associadas ao Alzheimer. Além disso, o uso de terapias, sistemas de apoio e intervenções comportamentais não farmacológicas pode melhorar a qualidade de vida das pessoas portadoras de demência e de seus cuidadores e familiares. Isso inclui: • Tratamento de condições médicas coexistentes; • Coordenação dos cuidados entre profissionais da saúde; • Participação em atividades, o que pode melhorar o humor; • Intervenções comportamentais (para ajudar com as mudanças comportamentais comuns, como agressão, insônia e agitação) • Educação sobre a doença; • Criação de uma equipe de cuidados para suporte. Medidas que podem facilitar a vida dos doentes e de quem cuida deles: • Incentivar o portador de Alzheimer a usar uma pulseira, colar ou outro adereço qualquer com dados de identificação; • Estabelecer uma rotina diária e ajudar o doente a cumpri-la; • Limitar suas opções de escolha. Por exemplo, em vez de oferecer vários sabores de sorvete, ofereça apenas dois tipos; • Estimular o convívio familiar e social do doente; • Tenha o mesmo cuidado com o paciente de Alzheimer que você tem com crianças. Mantendo o ambiente seguro • Manter as janelas e as portas de fora trancadas; • Guardar todos os medicamentos, produtos de limpeza, eletrodomésticos perigosos e substâncias tóxicas; • Isolar as tomadas; • Manter a mobília no mesmo lugar; • Usar sinais ou fotografias para indicar o que precisa ser indicado; • Retirar objetos do chão, escadas e corredores; evite tapetes; • Deixar fora de alcance tesouras, facas. Atividades estimulantes • MÚSICA: Se a pessoa com doença de Alzheimer gosta de cantar, ouvir música no rádio pode ser bom, escutar as antigas músicas favoritas pode evocar memórias; • ARTESANATO: Existem muitos kits simples com materiais e instruções para artesanatos, tais projetos finalizados podem dar à pessoa uma sensação de vitória; • EXERCÍCIO FÍSICO: O exercício físico diário é muito importante para a promoção da saúde. Uma caminhada diária em volta da quadra pode manter vocês conectados e ajudar a estruturar o dia; • PLANTAR: Plantar sementes, aguar o gramado, recolher as folhas, cultivar um canteiro de verduras, são tarefas que podem dar à pessoa com doença de Alzheimer um senso de propósito. • TAREFAS DOMÉSTICAS: Executar as tarefas domésticas básicas, como lavar a louça e tirar o pó dos móveis, é uma outra forma que pode fazer a pessoa com a doença de Alzheimer sentir-se útil. • VOLUNTARIADO: Compartilhar suas capacidades e seus talentos com a comunidade, ajuda as pessoas portadoras de Alzheimer. Formas de prevenir, não apenas o Alzheimer • Estudar, ler, pensar, manter a mente sempre ativa, não fumar; • Jogos inteligentes, atividades em grupo; • Não consumir bebida alcoólica, ter alimentação saudável, fazer prática de atividades físicas regulares. FONTE: Alzheimer´s association. https://www.alz.org/br/demencia-alzheimer-brasil.asp# Acesso 23/01/2025. https://veja.abril.com.br/saude/envelhecimento-transforma-demencias-mentais-num-dos-maiores-desafios-da-ciencia Acesso 20/01/2025. Alzheimer: orientações para familiares e cuidadores. CARTILHA VINCULADA AO GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM SAÚDE DA PESSOA EM CONDIÇÕES CRÍTICAS - UFPB.
Por marketing 7 de fevereiro de 2025
PESQUISA DE SATISFAÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS 2025 (ano base 2024)
Por marketing 23 de janeiro de 2025
Índice de Desempenho das Operadoras 2024 (Ano-base- 2023)  A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS divulgou os resultados do Índice de Desempenho em Saúde Suplementar – IDSS das operadoras 2024 (ano base 2023).
1 de abril de 2025
Cuidando do Coração: Prevenção e Saúde Cardiovascular
26 de março de 2025
A medicina integrativa, é uma visão moderna e complementar à medicina tradicional. Destina-se a prevenção e tratamento de patologias, de forma integrada e orientada a tratar o paciente em seu todo. Possui uma visão mais holística do ser humano, considerando os aspectos do estilo de vida, e suas várias dimensões, em equilíbrio entre as emoções, mente, corpo físico e o ambiente que nos rodeia, dando maior ênfase à saúde de forma global do indivíduo, do que somente a doença. Esse novo conceito, surgiu nos Estados Unidos nos anos 80, se espalhando pelo mundo, ganhando o status de especialidade em boa parte da Europa e América do Norte. Hoje, a Medicina Integrativa “Integrative Medicine” está presente em mais de 60 (sessenta) centros universitários acadêmicos americanos como: Harvard, Arizona, Massachusetts, Mayo Clinic, Cleveland Clinic, Califórnia, entre outras. Numa pesquisa rápida na PubMED, com a expressão “integrative medicine” aparecendo no título dos artigos, surgem 855 resultados, ou seja, 855 artigos científicos indexados, com a expressão “integrative medicine” no título. Quando se pesquisa “integrative medicine” em todos os campos de artigo científico, aparecem 27.796 artigos. As patologias mais prevalentes da atualidade, são as doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, depressão, asma, artrite, etc. Sabe-se hoje, que mais de 50% dos adultos apresentam pelo menos uma dessas doenças. O aumento da mortalidade, ou a diminuição da sua expectativa de vida, tem relação direta com elas. Os fatores de risco que levam a essas doenças, necessitam de acompanhamento multidisciplinar, através por profissionais médicos e não médicos, cuja abordagem seja centrada no paciente. A medicina integrativa, tem como aliado, o encaminhamento, quando indicado, para profissionais de outras áreas de saúde, que visam o mesmo bem comum do paciente em questão. Seja através de uma nutricionista, terapeuta holístico, acupunturista, fisioterapeuta, quiropraxista, psicoterapeuta, coaching em saúde e mudança do estilo de vida, educador físico, profissional de Yoga, etc... E por fim, o tempo adicional que o médico usa nas consultas de medicina integrativa é um elemento crucial para a satisfação positiva relacionada à atenção centrada e ao tratamento do paciente. Como já foi corroborado em inúmeros artigos publicados, a satisfação do paciente está altamente correlacionada com a duração da consulta médica. Dr. Victor Lamônica Otorrinolaringologista CRMSP n° 139.442
20 de março de 2025
Há anos as pesquisas cientificas divulgam estudos que acompanham a evolução das crianças, no entanto, a maioria destes estudos baseiam-se em desenvolvimento de casos patológicos. Entretanto, conhecer o desenvolvimento normativo faz-se necessário afim de acompanhar a trajetória evolutiva desenvolvimental das crianças. Para um pleno desenvolvimento, é necessário que haja complexas interações entre os fatores biológicos, psicossociais e ambientais (SAMRA et al., 2011), quando estes três fatores não estão em sincronia a evolução da criança fica comprometida. A mesma coisa acontece no período intrauterino, uma vez que o processo evolutivo do sistema nervoso central (SNC) infantil apresenta um dinamismo evolutivo muito intenso e o desenvolvimento de determinada função depende do amadurecimento de seu substrato neural anatômico correspondente. Tal amadurecimento decorre fundamentalmente de eventos aditivos/progressivos e substrativos/regressivos (LAMÔNICA, RIBEIRO; 2021). Após o nascimento, com a neuroplasticidade neuronal funcionando a todo vapor, precisamos estimular o desenvolvimento das crianças de uma forma global, pois dois primeiros anos de vida são os mais importantes de sua vida. Você sabe como estimular? Você sabe o que é esperado com relação ao desenvolvimento? Caso você não sabia, o texto abaixo irá lhe ajudar a compreender melhor essas questões. - 1 mês: A criança já se relaciona com o mundo, por meio da observação de vultos, reação aos barulhos e emissão de sons. Quanto a parte motora, na postura sentada a cabeça ainda é muito instável, podendo cair para trás e para frente; de barriga para baixo, fica com os joelhos dobrado, bumbum levantado e a cabeça para um dos lados; de barriga para cima, pernas e braços dobrados e as mãozinhas fechadas. COMO ESTIMULAR : Acaricie seu bebê, pois o desenvolvimento no sentido do tato é muito importante; deite-se e coloque seu bebê de bruços em cima da sua barriga – chame a atenção dele conversando, fazendo sons e caretas. - 2 meses: A criança já faz ruídos e sons com a boca e, desta forma, a linguagem vai se desenvolvendo; quando colocada de barriga para baixo, consegue apoiar o antebraço e levantar um pouco a cabeça; e quando colocada de barriga para cima, as perninhas e os braços já não estão dobrados como antes. COMO ESTIMULAR: Coloque o bebê de barriga para baixo e observe se ele vira o pescoço, faça carinho nas costas, pois isto estimula o fortalecimento dos músculos do tronco e ajudará no equilíbrio cervical; toque o bebê – acaricie, beije, faça cócegas, fale, cante e sorria para ele em todos os momentos; aproveite as atividade de vida diária (banho e troca de fralda) para estimulá-lo. - 3 meses: A criança consegue manter o equilíbrio cervical, mas o tronco ainda é instável; de barriga para cima, as perninhas estão esticadas e o bebê une as mãos; balbucia, explora e emite novos sons (responde ao adulto com uma linguagem própria); Se interessa por observar as características do rosto das pessoas. COMO ESTIMULAR: Pendure no berço, no carrinho ou no bebê conforto, objetos coloridos e que façam sons; tenha sempre um brinquedo por perto da criança; sempre que possível, troque o ambiente que a criança está – assim ela poderá conhecer novos lugares. - 4 meses: A criança já consegue fazer bolhas com a sua saliva; surgem os primeiras gargalhadas; quando colocada de deitada de barriga para cima, vira para baixo acidentalmente; seus braços e pernas ficam mais “molinhos“ e a cabeça e o tronco mais “durinhos”; começa a exploração dos brinquedos, por isso deixe-o pegá-los e explorá-los com suas mãos e boca. COMO ESTIMULAR: Ajude no treino de rolar – todas as vezes que for trocar o bebê, vire-o para os dois lados; deixe-o em ambientes que ele possa movimentar-se; coloque vários brinquedos de diferentes cores, formas e texturas próximos a ele, de maneira que ele consiga alcançá-los. - 5 meses: Quando puxado para sentar, sustenta a cabeça e ajuda a sentar; manifesta alegria, aborrecimentos ou frustrações por meio de sons; já consegue pegar brinquedos voluntariamente; leva tudo na boca; seu campo visual fica mais amplo. COMO ESTIMULAR: Posicione ele sentado com apoio – isso facilita que ele possa visualizar todos os ambientes, desta forma ele recebe vários estímulos; coloque-o bastante no chão – para que ele possa realizar o treino de mudar de posição (de barriga para baixo e barriga para cima); cante música. - 6 e 7 meses: A criança já fala com seus brinquedos e presta atenção se alguém chama pelo nome; emite sons contínuos como “aaaa” e vocaliza sílabas: mama e papa; de barriga para baixo, consegue apoiar-se e brincar com objetos; pega objetos com as duas mãos; já consegue mudar de posição – vira-se de barriga para baixo para barriga para cima; senta-se sem apoio, mas tende a cair para os lados. COMO ESTIMULAR: Brinque de “cadê o bebê”?; continue deixando o bebê explorar o chão – ainda não é hora de andar; deixe-o brincar sentado no chão – supervisione o tempo todo; ofereça brinquedos de diferentes tamanho e texturas; brinque na frente no espelho. - 8 e 9 meses: A criança consegue passar da posição deitada para sentada sozinha; inicia o rastejar; fica na posição de quatro apoio “gato” balançando para frente e para trás, podendo engatinhar; é bastante ativo, sendo difícil mantê-lo parado na hora de trocar a fralda; tem início a alimentação sólida; aumenta a produção de sons – repete sílabas e tenta imitar sons. COMO ESTIMULAR: Continue colcoando-a no chão – e coloque brinquedos um pouco mais distante, para que ele queira pegar e assim engatinhar até ele; fale sempre corretamente, nomeando os objetos apontados pela criança; cante e leia historinhas curtas; mostre e comente com ela sobre figuras de um livrinho; é importante que a criança tenha um convívio social com adultos e outras crianças; na brincadeira com outras crianças ele ainda não compartilhará brinquedos – incentive. - 10 e 11 meses: A criança pode ficar em pé apoiando em móveis; dá passinhos quando segurado pelos braços; senta de lado; domina o engatinhar e as posições sentada e em pé; está é a fase da imitação – o bebê imita tudo o que vê, os gestos e ações de quem interage com ele (dá tchau, bate palmas); o bebê também cria uma fala própria, conversando sozinho; brinca de tirar e colocar objetos numa caixa; conhece o significado da palavra “não”. COMO ESTIMULAR: Cante, leia livros e brinque com a criança de imitar sons de animais (o cachorro faz auau, a vaca faz muu, a galinha faz cocoricó, ...); nesta fase a criança compreende muito mais do que consegue falar; ensine a criança a ter limite – como ela já compreende o significado da palavra “não”, explique para ela o que ela não pode fazer ou tocar. - 12 meses: A criança já levanta-se sem usar as mãos; fica de joelhos e está pronto para andar sozinho; abaixa-se, da posição em pé, para pegar objetos chão; compreende e produz cerca de seis palavras – seu vocabulário só crescerá nos meses seguintes; compreende ordens simples (dá e pega). COMO ESTIMULAR: Estimule o bebê a dar alguns passos em curtas distâncias (ir ao encontro da mamãe e papai); supervisione o treino de marcha, soltando as mãos – fique sempre em alerta, caso o bebê perca o equilíbrio; converse e cante com o seu bebê – comece a ensinar as partes do corpo; faça perguntas simples com poucas palavras ( você quer água?). - 13 a 18 meses: Nesta etapa a linguagem está relacionada com o pensamento – neste período a linguagem vai tomando forma; incorpora no seu vocabulário as palavras que ouve; obedece ordens simples, como dar ou pegar um objeto, reconhece partes do corpo apontando e nomeando-as; as crianças já andam e conseguem subir e descer do sofá; é importante estabelecer limites e regras, supervisionando sempre em todos os momentos para evitar acidentes; já consegue comer e beber sozinha, portanto, ainda que suje e faça bagunça é importante deixá-la treinar. COMO ESTIMULAR: Brinque de empilhar blocos ou peças grandes; participe sempre da brincadeira, mostrando como fazer – desta forma ela estará treinando a coordenação das mãos e a percepção visual; fale sempre corretamente, e quando a criança falar errado, repita a palavra correta sem constrange-la, ajudando-a a pronunciar da maneira correta. Observação: Conteúdo extraído do Manual inicial do Projeto Prevenção APAE Bauru e Manual de Estimulação do Bebê Vovó Biquinha. Texto Elaborado pela equipe do Setor de Estimulação Infantil – CER III – APAE Bauru.
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